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	<title>Blog Estadão | Colégio Santa Amália</title>
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	<description>Colégio Santa Amália</description>
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	<title>Blog Estadão | Colégio Santa Amália</title>
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		<title>Reflexão: A Ucrânia na sala de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 21:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudar o mundo atual é um desafio para a escola. As apresentações de slides e os conteúdos dos livros didáticos dão conta parcialmente através de um viés teórico, mas precisam ser incrementados com pesquisas e diferentes práticas em sala de aula. Dos novos movimentos políticos à presença de antigos atores mundiais, as múltiplas dinâmicas geopolíticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudar o mundo atual é um desafio para a escola. As apresentações de slides e os conteúdos dos livros didáticos dão conta parcialmente através de um viés teórico, mas precisam ser incrementados com pesquisas e diferentes práticas em sala de aula.</p>
<p>Dos novos movimentos políticos à presença de antigos atores mundiais, as múltiplas dinâmicas geopolíticas necessitam um caminho de investigação com o olhar crítico e ouvidos atentos as narrativas que se constroem.</p>
<p>O docente ao pesquisar e refletir as turbulências mundiais pode levar à sala de aula formas de debates e provocações para os alunos. Saindo do lugar de inertes espectadores de um espetáculo apresentado diariamente nos noticiários.</p>
<p>A teoria e a prática, ainda que em forma de exercício e ficção quando estão presentes nas aulas ajudam a compreensão das questões geopolíticas que vão além do imaginário.</p>
<p>A saída para compreensão do cenário mundial é tornar-se um aluno pensante, crítico, analítico e acima de tudo empático ao tratar de questões humanas.</p>
<p>Semanas antes de eclodir o conflito Ucrânia X Rússia os alunos do 9° ao ensino médio participaram de um debate sobre o tema geopolítica sobre a Ucrânia.</p>
<p>Comparando a Ucrânia com o tamanho um pouco maior que o estado de Minas Gerais, conhecendo seu potencial econômico com os gasodutos que passam em seu território, suas relações econômicas com a Europa e reconhecendo os limites territoriais com a Rússia, os alunos entenderam a importância econômica e posição estratégica desse país que teoricamente é independente, mas peça central para uma Europa dividida historicamente.</p>
<p>A Ucrânia, um país ex-integrante da antiga U.R.S.S &#8211; União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, tem uma recente e frágil independência. A formação da população com mais de 60% dos habitantes falando russo, culturalmente e economicamente atrelados ao passado com uma identidade Russa.</p>
<p>Essa diversidade cultural, importância territorial e complexidade de relações com os países vizinhos, principalmente a Rússia, faz da Ucrânia um elemento essencial no painel geopolítico que se redesenha.</p>
<p>Com mapas, imagens de ucranianos, de lugares marcado por arquitetura de igrejas ortodoxas e hino do país, os alunos fizeram uma imersão na cultura e particularidades da Ucrânia.</p>
<p>Aproximar os alunos de uma Ucrânia física com suas férteis estepes, planaltos e saídas para o Mar Negro e Mar de Azov, assim como conhecer os símbolos nacionais é gerar empatia para um espaço geográfico que vai além de uma geopolítica teórica.</p>
<p>Após essa compreensão geográfica e histórica, os alunos fizeram um debate onde foi possível dividir a turma em Ocidente (representantes da Otan, EUA e União Europeia) e o Oriente (Rússia, China e países simpatizantes da liderança de Putin);</p>
<p>O desafio era cada lado propor um acordo para evitar o conflito na região e juntos estabelecerem pactos para resolver os interesses e demandas.</p>
<p>Alunos frente a frente, opiniões divergentes, pesquisas e buscas sobre detalhes que poderiam convencer o opositor. Cada um com seu devido tempo e cordialidade diplomática, colocavam suas propostas, discutiam e aguardavam a análise do adversário. E assim o tempo ia passando, os ânimos se exaltavam.</p>
<p>Alguns queriam o acordo, outros não, alguns gritavam, outros se calavam, mas a agonia de um impasse era visível no olhar dos alunos e as soluções pareciam longe.</p>
<p>Após várias propostas foram feitas e as recusas dos dois lados, o impasse sempre se estabelecia. Falas sobre as dificuldades de um acordo, a indisposição dos dois lados e cada qual com a sua razão e interesses. Com convencer o outro lado? Como argumentar? Como não brigar?</p>
<p>Ameaças, armas, impaciência, algumas questões legítimas outras inocentes, os alunos estavam animados, mas contrariados. Parecia tão simples resolver, mas em cada divergência, uma nova discussão ressurgia.</p>
<p>Comentários como questões políticas do Brasil com a participação do presidente em um encontro com o líder da Rússia aumentaram as discussões, a importância de repensar energia para Europa, a preocupação com os armamentos e sofrimento do meio ambiente e população. Quanto mais pesquisas, mais embates e impossibilidade de impor uma solução sem a aprovação de todos.</p>
<p>Tudo estava presente com muita turbulência e concluímos a aula no impasse, sem chegar a nenhuma solução.</p>
<p>Felizmente, esse debate é somente um exercício de possibilidades dentro da sala de aula em uma discussão muito relevante.</p>
<p>Não chegamos ao final, mas muitos guardaram a experiência de participação, poder, frustação e acima de tudo, o quão complexo e importante é a tomada de decisões para busca de um caminho de paz.</p>
<p>Os alunos sabem que estão diante de desafios: mundiais ou pessoais, individuais ou coletivos, mas satisfeita a professora conclui, observando o olhar de cada um, que sim é possível ter esperança e sim, esses meninos e meninas podem mudar o mundo.</p>
<p>Uma aula memorável!</p>
<p><strong>Texto por:</strong> Eliane de Oliveira, Professora de Geografia  no Colégio Santa Amália, unidade Saúde.</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <strong><a href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">clique aqui</span></a> </strong>e confira este e outros artigos na integra.</p>
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		<title>A força vulnerável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 18:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise instaurada pela pandemia produziu nas escolas um cenário de muitas mudanças. A suspensão das aulas presenciais trouxe imensos desafios para a educação básica brasileira, procurando atender às diferentes dimensões que compõem o processo educacional. Professores, gestores e pais têm trabalhado muito para manter o aprendizado vivo; no entanto, é bem provável que esses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal">A crise instaurada pela pandemia produziu nas escolas um cenário de muitas mudanças. A suspensão das aulas presenciais trouxe imensos desafios para a educação básica brasileira, procurando atender às diferentes dimensões que compõem o processo educacional.</p>
<p class="x_MsoNormal">Professores, gestores e pais têm trabalhado muito para manter o aprendizado vivo; no entanto, é bem provável que esses esforços não sejam suficientes para fornecer a qualidade da educação oferecida na sala de aula, devido as paralisações prolongadas como as impostas pela pandemia.</p>
<p class="x_MsoNormal">O contexto da desigualdade social é muito preocupante. Se as disparidades de desempenho entre estudantes brancos e negros já era enorme, imagine em relação à diferença de renda estrutural.  As paralisações escolares aumentarão as lacunas já existentes e poderão levar a um grande número de estudantes a desistir do ensino formal, acentuando ainda mais o desequilíbrio. Os danos em razão, desse fato, ainda são de difíceis cálculos, mas com certeza significativos, já que os alunos com melhores condições financeiras continuarão recebendo aulas on-line e os estudantes em situação crítica terão, em grande parte, suas aulas suspensas, o que aumentará as taxas de abandono do ensino médio nas regiões mais carentes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Em tempos de aulas presenciais, há um engajamento, relacionamento com professores atenciosos e muitas vezes um espaço acolhedor para que crianças e adolescentes  vulneráveis permaneçam na escola. O aprendizado “perdido” durante o fechamento da escola varia de acordo com o acesso ao aprendizado remoto, a qualidade da instrução, o grau de envolvimento, tanto familiar quanto individual. A perda deste aprendizado será maior entre estudantes de baixa renda, menos propensos a ter acesso a um aprendizado remoto de alta qualidade ou a um ambiente propício, bem como uma internet de alta velocidade e supervisão dos pais.</p>
<p class="x_MsoNormal">O “olhar  amoroso” nesse novo contexto no que diz respeito ao aluno é de suma importância em relação à afetividade, tanto de professores, quanto da família visando, dessa forma, o bem estar e a manutenção de um ambiente propício ao desenvolvimento integral.</p>
<p><strong>Texto por:</strong> Maria Zélia Dias Miceli. Gestora Colégios Santa Amália-Gerente Executiva/Educação -Liga Solidária</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <span style="color: #333399;"><strong><a style="color: #333399;" href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a> </strong></span>e confira este e outros artigos na integra.</p>
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		<title>Como uma onda no mar</title>
		<link>https://www.colegiosantaamalia.com.br/como-uma-onda-no-mar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 14:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[“Nada do que foi será do jeito que já foi um dia”, assim são os nossos oceanos. Hoje, longe de serem como antes, encontramos uma onda de dejetos, extremamente poluídos &#8211; o desrespeito à natureza – uma lástima! O Dia Mundial dos Oceanos foi proposto em 8 de junho de 1992 durante a Conferência das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Nada do que foi será do jeito que já foi um dia”</em>, assim são os nossos oceanos. Hoje, longe de serem como antes, encontramos uma onda de dejetos, extremamente poluídos &#8211; o desrespeito à natureza – uma lástima!</p>
<p>O Dia Mundial dos Oceanos foi proposto em 8 de junho de 1992 durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a ECO-92. Tinha por objetivo colocar os oceanos no centro das discussões científicas e políticas intergovernamentais relacionadas ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Formalmente reconhecido pela Organização das Nações Unidas em 2008, o Dia Mundial dos Oceanos é um movimento social global empenhado em aumentar nossa consciência sobre a necessidade de proteger a biodiversidade marinha e os habitats costeiros.</p>
<p>Os oceanos abrigam a maior biodiversidade do mundo e recursos naturais essenciais, de relevância econômica e estratégica, além de serem imprescindíveis na regulação do clima, fundamental para manutenção da vida na Terra.</p>
<p>As águas dos oceanos e mares são contaminadas e poluídas, principalmente, pelos dejetos introduzidos pelos rios que, em sua maioria, deságuam no litoral, desse modo, a poluição pode ser emitida em grandes distâncias, porém seus reflexos são percebidos em áreas costeiras. A poluição oceânica é oriunda principalmente de esgotos e produtos químicos e tóxicos, além do petróleo.</p>
<p>A grandiosidade da costa brasileira e do mar territorial, bem como a riqueza dos recursos naturais neles contidos e o dinamismo das atividades envolvidas nessas áreas, demandam alto grau de profissionalismo e dedicação, perante os desafios enfrentados para a organização, normatização e fiscalização.</p>
<p><em><strong>&#8220;Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio, pescado o último peixe, é que as pessoas perceberão que não podem comer o dinheiro&#8221;</strong></em> (Greenpeace)</p>
<p><strong>Texto por:</strong> Maria Zélia Dias Miceli. Gestora Colégios Santa Amália-Gerente Executiva/Educação -Liga Solidária</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <a href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/como-uma-onda-no-mar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a> e confira este e outros artigos na integra.</p>
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		<title>Aproximando o Ensino Remoto: dicas de ferramentas digitais para a educação</title>
		<link>https://www.colegiosantaamalia.com.br/aproximando-o-ensino-remoto-dicas-de-ferramentas-digitais-para-a-educacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 16:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de isolamento social por conta da pandemia de COVID-19, quem ainda não tinha se familiarizado com a tal da “educação digital”, agora teve que fazer isso à força, não é mesmo? Ainda que o debate acerca dos prós e contras da educação à distância e ensino híbrido não tenha se findado, é importante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de isolamento social por conta da pandemia de COVID-19, quem ainda não tinha se familiarizado com a tal da “educação digital”, agora teve que fazer isso à força, não é mesmo?</p>
<p>Ainda que o debate acerca dos prós e contras da educação à distância e ensino híbrido não tenha se findado, é importante considerarmos que, a despeito da modalidade de ensino, vivemos em um mundo cada vez mais digital.</p>
<p>Desta forma, a incorporação de ferramentas educacionais virtuais é importante para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à tecnologia, tal como prevê a recém estabelecida Base Nacional Comum Curricular.</p>
<p>Ignorar este desafio colocado a nós educadores seria condenar nossos alunos ao analfabetismo digital ou ainda, a falta de consciência e responsabilidade sobre o uso destes instrumentos.</p>
<p>Ademais, o uso de tecnologia na educação favorece o desenvolvimento da autonomia do estudante, sua capacidade na solução de problemas, além de aguçar a criatividade e o engajamento ao possibilitar a mixagem de diferentes tipos de mídias, como vídeos, imagens, sons, músicas, etc.</p>
<p>Para além das plataformas que possibilitam a interação audiovisual, por meio de reuniões ou aulas online entre pessoas, como os aplicativos Zoom, Office Teams Collaborate, entre outros, minha intenção aqui é dar dicas de sites que auxiliam nossos alunos a fazer as atividades mais cotidianas de forma digital.</p>
<p>Vamos a elas?</p>
<ul>
<li>O aplicativo/site chamado <strong>“Mind Master”</strong>, possibilita a criação de <em>Mind Maps</em> (Mapas Mentais) digitais. Essa atividade costuma ser muito utilizada na escola, em especial nas áreas de humanas. Como professora de História, adoro esse tipo de atividade.</li>
<li>O <strong>“<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.canva.com/pt_br/modelos/" target="_blank" rel="noopener">Canva</a></span>”</strong> é uma ferramenta que possibilita inúmeras criações de peças informativas com designs incríveis. Existe a opção de criar posts para redes sociais, infográficos, slides, cartões de visitas e até currículos. Meus alunos já usaram e aprovaram. O <strong>“Padlet”</strong> faz um trabalho semelhante, fornecendo templates que podem ser editados por alunos de forma colaborativa.</li>
<li>No <strong>“Kahoot”</strong> ou <strong>“Quizziz”</strong>, você pode fazer diversos jogos de perguntas e respostas. Eles adoram! Mas sabe o que é mais interessante? É que eles também podem criar seus próprios <em>kahoots</em> e <em>quizes</em> e desafiar os colegas. Eu solicitei a eles, nesses tempos que estão em casa que, baseados no conteúdo passado, criassem perguntas e respostas no aplicativo e compartilhassem comigo e depois, com os colegas. Para isso, basta eles criarem uma conta.</li>
<li>O <strong>“Power Point Office Mix”</strong> é um recurso que o PowerPoint comum tem. Ótimo para aulas online e quem sabe, para que os seus alunos também possam gravar seminários, apresentações, etc., especialmente quando não contamos com a presença física como aliada.</li>
<li>Sabe aquele momento de <em>Brainstorm</em> que fazemos sobre um assunto ao iniciar as aulas? Que tal fazer dessa tempestade cerebral algo visual? É isso que faz o <strong>“Mentimeter”</strong>! Ele cria wordclouds ou mostra as respostas da audiência a uma pergunta aberta em tempo real a partir dos celulares dos alunos.</li>
<li>No <strong>“Neapod”</strong> e <strong>“Peardeck”</strong> você consegue criar slides interativos para suas aulas online. Essa é uma excelente ferramenta que evita aquelas aulas monólogos centradas no professor.<br />
O mais interessante é que estas ferramentas podem ser adicionadas a sites de apresentação online, como o Google Slides. É possível inserir jogos rápidos, quiz, vídeos e perguntas de respostas abertas que auxiliam o professor no processo de avaliação formativa do seu estudante. Além de manter os alunos ativos e engajados na aula.</li>
<li>O<strong> “Edpuzzle”</strong> é fantástico! Com ele, você pode utilizar vídeos de forma interativa. Ao invés de apenas apresentar vídeos longos em que muitas vezes os alunos perdem o interesse, o professor pode criar um clipe, inserir perguntas, ou até gravar sua própria voz sobre o vídeo explicando algum conceito importante. Interatividade é tudo!</li>
<li>E que tal alguns jogos divertidos para checar o entendimento dos alunos? O <strong>&#8220;Wordwall&#8221;</strong> fornece diversos formatos de jogos desafiadores e interessantes para criar aulas divertidas!</li>
<li><strong>“Google for Education”</strong>: que o Google já não é só um site de buscas há muito tempo, sabemos, mas agora, a empresa tem investido em ferramentas digitais para educação, seja com os famigerados e-mails e aplicativos da GSuite (Google Slides, Forms, Sheet, Doc, Quick Draw), seja oferecendo um curso (é isso mesmo, um curso online) para professores que queiram se inteirar sobre como utilizar mais e melhor esse universo de possibilidades. O curso é gratuito, apenas para retirar o certificado é que é necessário pagar.</li>
</ul>
<p>São tantos exemplos que poderia citar, mas o texto já está longo, então paramos por aqui. Todas estas ferramentas, apesar de digitais, podem ser de grande auxílio para a construção de um aprendizado real, próximo e significativo! Mesmo quando voltarmos à nossa rotina dentro da sala de aula, poderemos continuar tornando nossas aulas mais interativas com estes recursos.</p>
<p>Esperemos e lutemos para que o acesso a estes recursos não seja uma realidade apenas das escolas particulares, mas sim, seja efetivo também nas escolas públicas de todo o país, afinal, no mundo de hoje, não ter acesso à tecnologia é também um processo de exclusão.</p>
<p><strong>Texto por:</strong> Ana Fonseca. Historiadora e professora de História do Colégio Santa Amália Maple Bear.</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <span style="color: #000080;"><a style="color: #000080;" href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/aproximando-o-ensino-remoto-dicas-de-ferramentas-digitais-para-a-educacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></span> e confira este e outros artigos na integra.</p>
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			</item>
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		<title>Inteligência Emocional: aprendizado para a vida</title>
		<link>https://www.colegiosantaamalia.com.br/inteligencia-emocional-aprendizado-para-a-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 14:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[A escola é o primeiro lugar onde se aprende a socializar fora do ambiente familiar, onde culturas e opiniões distintas dão início aos primeiros conflitos, é uma excelente oportunidade de aprendizado, tanto de frustações, medo do novo e de mudanças quanto de troca de experiências. A Neurociência comprova que estimular a criança o quanto antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A escola é o primeiro lugar onde se aprende a socializar fora do ambiente familiar, onde culturas e opiniões distintas dão início aos primeiros conflitos, é uma excelente oportunidade de aprendizado, tanto de frustações, medo do novo e de mudanças quanto de troca de experiências.</p>
<p>A Neurociência comprova que estimular a criança o quanto antes a conhecer e saber lidar com seus sentimentos, ajuda a criar caminhos neurológicos que faz com que ela se recupere de uma experiência negativa ou de alguma frustação com mais sabedoria e rapidez, porque estimula o córtex pré-frontal, área do cérebro que atua no planejamento, pensamento criativo, capacidades emocionais e modulação do comportamento.</p>
<p>A Inteligência Emocional auxilia na prevenção do bullying, preconceitos, uso das drogas, violência e suicídio. Pesquisas revelam uma melhora significativa no rendimento escolar e nas notas das avaliações, mostrando que devido ao estado emocional equilibrado se aprende com maior facilidade, pois a competência socioemocional está ligada diretamente ao processo de aprendizagem, além de ser uma das habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho, porque envolve trabalho em equipe, resiliência e comunicação, por este motivo o aluno terá este aprendizado para a vida toda.</p>
<p>Mas para uma criança ser saudável emocionalmente não significa que não poderá chorar, muito pelo contrário, isso também faz parte do autoconhecimento, é imprescindível que ela se expresse, exteriorize e aprenda a se acalmar.</p>
<p>Em 1990 a Unesco promoveu uma conferência Mundial da Educação para todos, na Tailândia, onde foram definidos quatro pilares importantes para a educação, também abordados na Base Nacional Comum Curricular, são eles: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Todos eles estão interligados com as habilidades socioemocionais.</p>
<p>Aprender a conhecer: é o interesse em buscar o conhecimento, manter-se atualizado. Vê-se necessário manter em alta essa habilidade em tempos onde a tecnologia entrega tudo pronto.</p>
<p>Aprender a fazer: é colocar em prática os aprendizados, aperfeiçoando-os com as atualidades.</p>
<p>Aprender a conviver: em uma sociedade interativa, é necessário desenvolver a percepção, o respeito e saber argumentar sua opinião sem entrar em conflitos.</p>
<p>Aprender a ser: desenvolver o pensamento crítico, ser autônomo e estar aberto para conhecimentos novos.</p>
<p>Para facilitar essa busca pelo desenvolvimento da criança em sua plenitude pela Educação Emocional, Daniel Goleman, escritor renomado, psicólogo, jornalista científico nos Estados Unidos apresenta cinco aspectos centrais:</p>
<p>Autoconhecimento: identificar e lidar com suas próprias emoções e limitações, quanto mais consciente estivermos acerca de nossas emoções, mais facilmente entenderemos o sentimento de outra pessoa;</p>
<p>Consciência social: reconhecer que o outro também tem sentimentos, pensamentos e expectativas (empatia);</p>
<p>Tomadas de decisões responsáveis: identificar, analisar, refletir e ter habilidades para solucionar um problema por meio de atitudes éticas e construtivas;</p>
<p>Habilidade de relacionamentos: relações interpessoais saudáveis e;</p>
<p>Autocontrole: aprender a controlar suas emoções, sentindo, respirando e pensando sobre como solucionar sem a intensidade da emoção.</p>
<p>Algumas práticas em sala de aula podem ser facilitadoras, como jogos cooperativos que acrescentam muito nessa conquista, trabalham o grupo, desenvolvendo estratégias e ensinando a lidar com as perdas e frustações.</p>
<p>Um ambiente dinâmico onde há interação entre professor e aluno e entre aluno e aluno, propicia respeito com as diferentes opiniões, ensinando o aprendiz a ser um bom ouvinte, fazendo com que se sinta acolhido, respeitado e que tenha uma maior autoestima.</p>
<p>A experiência da autoavaliação com o intuito de buscar uma melhor versão dentro de si, buscando a concentração e equilíbrio interior e estados de espírito positivos, enquanto duram, aumentam a capacidade de pensar com flexibilidade e mais complexidade, tornando assim mais fácil a resolução dos conflitos .</p>
<p>Apresentar as emoções através de livros, filmes, buscar formas lúdicas como a confecção de um termômetro dos sentimentos, “emociometro”, colocando os sentimentos base, que a cada dia se faz a referência para a criança pensar sobre o que está sentindo e relacionar que pensamentos tem reações que precisam ser repensadas antes das atitudes.</p>
<p>Desenvolver atividades que envolvam interpretar emoções através de expressões faciais e corporais, dramatizações, apresentação de peças teatrais, dança, música e até mesmo brincar de mímica para compreensão da empatia e buscar formas positivas de auxiliar o outro.</p>
<p>Para trabalhar o autocontrole e ludicidade fazer o semáforo, sendo vermelho (Pare e se acalme), amarelo (verificar seu sentimento, pensar em soluções construtivas para tentar prever consequências), verde (siga com o melhor plano). Além de técnicas de relaxamento, como Mindfulness que evita o stress, trabalhar o conhecimento e controle da respiração, meditação entre outras.</p>
<p>Os educadores de modo geral, necessitam de conhecimentos e habilidades desenvolvidas para aplicar todos esses ensinamentos, uma vez que servem também para lidar com seus próprios sentimentos, procurando por reciclagens em treinamentos, leituras, cursos e outros, porque é importante dar bons exemplos de atitudes e servir de referências para muitas crianças com comportamentos positivos além de ensinar e incentivar, gera segurança e conforto para os aprendizes.</p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Referências</strong></span></p>
<p>GOLEMAN, Daniel. <span style="color: #333333;"><strong>Inteligência Emocional A teoria Revolucionária que redefine o que é inteligência. </strong></span>Estados Unidos: Objetiva, 1996.</p>
<p>ESTANISLAU M, Gustavo; AFFONSECA Rodrigo. <strong><span style="color: #333333;">Saúde Mental na Escola</span>. </strong>Porto Alegre: Artmed, 2014. 277p.</p>
<p>Site: <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#introducao" target="_blank" rel="noopener">http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#introducao</a></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Texto por:</strong></span> Sabrina Mader Ribeiro, professora do Curso Integral no Colégio Santa Amália &#8211; Unidade Saúde.</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <span style="color: #000080;"><strong><a style="color: #000080;" href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></strong></span> e confira este e outros artigos na integra.</p>
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		<title>Protagonismo Juvenil em tempos de isolamento social no Brasil: algumas possibilidades</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 13:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
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					<description><![CDATA[Educação à distância. Ensino remoto. Ensino Digital ou Online. Assim como estes conceitos são confusos, também foi confuso e desafiador o trabalho do professor durante a pandemia de COVID-19, em cenário de isolamento social. Não cabe aqui debruçar sobre a conceitualização destes termos, mas compreender e analisar como manter o direito e à qualidade da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Educação à distância. Ensino remoto. Ensino Digital ou Online. Assim como estes conceitos são confusos, também foi confuso e desafiador o trabalho do professor durante a pandemia de COVID-19, em cenário de isolamento social.</p>
<p>Não cabe aqui debruçar sobre a conceitualização destes termos, mas compreender e analisar como manter o direito e à qualidade da educação na e além da tela do computador. Ainda que diversos documentos oficiais enfatizem a máxima da educação como um direito humano e dever do Estado e da nossa sociedade, como a nossa Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, esse direito tem sido colocado em xeque frente ao novo cenário.</p>
<p>Se por um lado a quarentena trouxe aspectos positivos, já que muitos puderam poupar tempo ao evitar deslocamentos e desfrutar de mais tempo com a família, outros ainda não conseguiram administrar a mudança de rotina e tempo durante a quarentena.</p>
<p>Dentre estes, estão milhares de estudantes das redes públicas e particulares de ensino do Brasil. O não comparecimento ao ambiente escolar tende a levar os estudantes a um processo de desorganização, desinteresse e isolamento pedagógico, haja vista as desigualdades sociais relacionadas ao acesso à tecnologia como recurso educacional.</p>
<p>Diante deste cenário, como, enquanto profissionais de educação, podemos garantir, ou ao menos estimular, o engajamento do aluno nas aulas e em seu aprendizado em um cenário de isolamento? Quais estratégias podemos utilizar para manter o aluno ativo, mesmo atrás da câmera desligada da tela do computador?</p>
<p>Uma das possíveis chaves que pode nos auxiliar nesse processo é o desenvolvimento do protagonismo juvenil. Mas o que seria isso?</p>
<p>Baseado nas novas resoluções da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a educação do século XXI deve focar na construção de um ser humano íntegro, cujas áreas de desenvolvimento não estejam restritas a questões acadêmicas. Isto é, passam a fazer parte dos objetivos educacionais competências e habilidades voltadas à saúde mental e emocional, tecnologia e, sobretudo, cidadania.</p>
<p>Desta forma, uma das grandes transformações vigentes no mundo atual do ponto de vista da educação e da cidadania diz respeito ao protagonismo do estudante em seu aprendizado. Esse debate sobre uma educação centrada na aprendizagem e não no ensino em si, já é pautado desde o advento do Construtivismo com Piaget e Vigostsky.</p>
<p>Adiciona-se a isso, agora, a ideia de que não só devemos focar no aprendizado do estudante enquanto indivíduo, mas sobretudo, capacitá-lo para que seja ele próprio o protagonista de seu desenvolvimento educacional e porque não dizer, cidadão. Tal aspecto é contemplado na BNCC como “protagonismo comunitário”, com o objetivo de desenvolver o aluno e incentivá-lo a buscar soluções para questões reais.</p>
<p>Essa discussão faz-se ainda mais necessária ao considerarmos o momento que estamos vivendo. Uma das maneiras de contornarmos essa situação é a elaboração de projetos pedagógicos que os coloquem como sujeitos ativos e que busquem soluções para problemas reais de maneira autônoma, a partir da orientação do professor.</p>
<p>Neste contexto, os alunos podem, por exemplo, realizar projetos voltados a informação comunitária sobre a doença COVID-19, por meio da elaboração de newsletters produzidas por eles próprios e divulgadas entre a comunidade que os circundam, o que os coloca como sujeitos ativos não apenas do ponto de vista acadêmico, mas também cidadão.</p>
<p>Outra possibilidade está na elaboração de atividades, por parte dos estudantes, que busquem o acolhimento, distração e compartilhamento de ideais e atividades entre os alunos. No Colégio Santa Amália Maple Bear, por exemplo, os alunos do Ensino Médio (High School), com orientação da professora Daniela Araújo e Jacira Motta, desenvolveram um Yearbook, um álbum anual com memórias da turma, cujo processo e resultado proporcionou o compartilhamento de boas memórias, experiências e troca de carinho no contexto atual que é, muitas vezes, até solitário.</p>
<p>Do ponto de vista de contemplação de conteúdo, competências e habilidades relacionadas à diversidade étnico-racial do país, os alunos dos 7os, 8os e 9os anos do CSA, sob minha orientação, criaram a partir de suas próprias pesquisas, um mapa interativo em que é possível identificar espaços no Brasil relacionados à atuação e história negra. Neste projeto, os estudantes tiveram a possibilidade de escolher os espaços/personagens sobre os quais iriam pesquisar e produziram um resultado que pode ser acessado pelo público além dos muros da escola.</p>
<p>Por essa razão, considerar a participação e atentar-se às necessidades dos alunos e suas distintas realidades é fundamental para garantir o aprendizado do estudante, mesmo em tempos de pandemia. Além disso, respeitar o interesse dos aprendizes é fundamental para que percebam e construam a educação a partir de suas experiências identitárias, seja do ponto de vista cultural, seja do ponto de vista social. Afinal, a construção de espaços de escuta e compartilhamento de ideias proporciona a formação de um ambiente mais favorável ao aprendizado.</p>
<p>Práticas que incentivam o protagonismo juvenil escolar não são inéditas do ponto de vista pedagógico, mas em tempos de pandemia tornam-se fundamentais como uma estratégia de exercício democrático, que ao mesmo tempo, garante um aprendizado significativo mesmo em condições contrárias ao bem-estar integral, aproximando-se da efetivação dos direitos humanos com relação à democracia, à cidadania, à vida digna e aprendizagem.</p>
<p>Cabe a todos pensarmos como esses projetos e ideias também podem chegar a diferentes realidades do país.</p>
<p><strong>Texto por:</strong> Ana Fonseca. Historiadora e professora de História do Colégio Santa Amália Maple Bear.</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão. Se você é assinante, <strong><span style="color: #333399;"><a style="color: #333399;" href="https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-santa-amalia/protagonismo-juvenil-em-tempos-de-isolamento-social-no-brasil-algumas-possibilidades/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui</a></span></strong> e confira este e outros artigos na integra.</p>
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		<title>O olhar atento do educador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TwistADM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2021 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Liga Solidária]]></category>
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					<description><![CDATA[Em se pensar abordagens educacionais de aprendizagens que permeiam as novas tecnologias tanto digitais (plugadas) e as não digitais (desplugadas), requer dos professores e educadores um olhar muito atento ao que compete de acordo com a realidade de seus alunos atendidos. Em particular, trago aqui, vivências e experiências de um cotidiano de educador de informática [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em se pensar abordagens educacionais de aprendizagens que permeiam as novas tecnologias tanto digitais (plugadas) e as não digitais (desplugadas), requer dos professores e educadores um olhar muito atento ao que compete de acordo com a realidade de seus alunos atendidos.</p>
<p>Em particular, trago aqui, vivências e experiências de um cotidiano de educador de informática para um público que em sua grande maioria se encontra em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Nas propostas trazidas referentes às abordagens que utilizam meios digitais, é fundamental pensar até que ponto as crianças e adolescentes já tiveram contato com tais ferramentas. Assim, uma breve sondagem sobre seus conhecimentos prévios é o que vai nortear os caminhos para o decorrer do processo para as atividades propostas dentro de sala.</p>
<p>Por outro lado, ao se falar de vivências tecnológicas, no que se refere aos meios desplugados muitas possibilidades podem ser abordadas, pelo fato de envolver muito mais suas habilidades e competências de modo bastante criativo e significativo. Não se trata aqui de dizer que os meios digitais não tem seu papel e sua importância, mas possibilitar ao público condições de contato com os pensamentos computacionais, lógico e criativo por caminhos que envolvam o uso de materiais acessíveis à todos, permite e oportuniza ao aluno um momento de experimentar suas diversas formas de aprender e superar suas expectativas durante o seu processo de aprendizagem.</p>
<p>Assim, mesclar meios digitais por meio do uso de plataformas que envolvam programação lúdica educativa, criação e montagem de circuitos elétricos, contato com experiências lúdicas de alfabetização, linguagens matemáticas e suas inúmeras nuances, aliado aos processos de aprendizagem criativa com recursos desplugados, potencializam as possibilidades dentro do ato de aprender, principalmente no contato com os pares, onde cada com suas habilidades e competências contribuem para o desenvolvimento de ambos.</p>
<p><strong>Texto por</strong>: Rodrigo Garcia. Educador no Programa Crianças e Adolescentes da Liga Solidária.</p>
<p>* Este artigo faz parte de uma coluna do Colégio Santa Amália no blog do jornal Estadão.</p>
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